Detalhes do curso

Núcleo de Aconselhamento, Assessoramento Psicopedagógico e Espiritual

O processo educacional que tem em vista ações inclusivas de forma a propiciar o acesso e permanência no ensino superior, de pessoas com deficiência e, ainda, a inclusão de minorias, é um dos desafios do país. Vários são os avanços, porém muito ainda se tem para caminhar. Neste sentido, historicamente, na Constituição Federal, em seu Artigo 208, Inciso III, entre as atribuições do Estado está a garantia de “(...) atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino (...)”. Também, antes mesmo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Portaria Nº. 1.793/94 recomendaria a introdução de conteúdos/disciplinas que abordassem “aspectos ético-político-educacionais da normalização e integração da pessoa com deficiência. Restringia-se a disciplinas em cursos de licenciatura e a conteúdos em “cursos do grupo de Ciência da Saúde e nos demais cursos superiores, de acordo com as suas especificidades”, porém, já demonstrando preocupações com questões de formação, que propiciassem uma atuação profissional voltada a inclusão.

Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, em seu Artigo 58, Parágrafo 2º, consta:

Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013).

§ 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.

Ou seja, a partir de meados do século XX, emerge, em nível mundial, a defesa da concepção de uma sociedade inclusiva. No decorrer desse período histórico, fortalece-se a crítica às práticas de categorização e segregação de estudantes encaminhados 

 

para ambientes especiais dos modelos de ensino e aprendizagem geradores de exclusão.

Visando enfrentar esse desafio e construir projetos capazes de superar os processos históricos de exclusão, a Conferência Mundial de Educação para Todos, Jomtien/1990, chama a atenção dos países para os altos índices de crianças, adolescentes e jovens sem escolarização, tendo como objetivo promover as transformações nos sistemas de ensino para assegurar o acesso e a permanência de todos na escola.

 

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO NÚCLEO DE ACONSELHAMENTO E ASSESSORAMENTO PEDAGÓGICO E ESPIRITUAL

Os principais referenciais que enfatizam a educação de qualidade para todos, ao constituir a agenda de discussão das políticas educacionais, reforçam a necessidade de elaboração e a implementação de ações voltadas para a universalização do acesso à escola no âmbito do ensino fundamental, médio e superior, a oferta da educação infantil nas redes públicas de ensino, a estruturação do atendimento às demandas de alfabetização e da modalidade de educação de jovens e adultos, além da construção da gestão democrática da escola.O processo educacional que tem em vista ações inclusivas de forma a propiciar o acesso e permanência no ensino superior, de pessoas com deficiência e, ainda, a inclusão de minorias, é um dos desafios do país. Vários são os avanços, porém muito ainda se tem para caminhar. Neste sentido, historicamente, na Constituição Federal, em seu Artigo 208, Inciso III, entre as atribuições do Estado está a garantia de “(...) atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino (...)”. Também, antes mesmo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Portaria Nº. 1.793/94 recomendaria a introdução de conteúdos/disciplinas que abordassem “aspectos ético-político-educacionais da normalização e integração da pessoa com deficiência. Restringia-se a disciplinas em cursos de licenciatura e a conteúdos em “cursos do grupo de Ciência da Saúde e nos demais cursos superiores, de acordo com as suas especificidades”, porém, já demonstrando preocupações com questões de formação, que propiciassem uma atuação profissional voltada a inclusão.
Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, em seu Artigo 58, Parágrafo 2º, consta: Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013). § 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
Ou seja, a partir de meados do século XX, emerge, em nível mundial, a defesa da concepção de uma sociedade inclusiva. No decorrer desse período histórico, fortalece-se a crítica às práticas de categorização e segregação de estudantes encaminhados
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para ambientes especiais dos modelos de ensino e aprendizagem geradores de exclusão.
Visando enfrentar esse desafio e construir projetos capazes de superar os processos históricos de exclusão, a Conferência Mundial de Educação para Todos, Jomtien/1990, chama a atenção dos países para os altos índices de crianças, adolescentes e jovens sem escolarização, tendo como objetivo promover as transformações nos sistemas de ensino para assegurar o acesso e a permanência de todos na escola.
Os principais referenciais que enfatizam a educação de qualidade para todos, ao constituir a agenda de discussão das políticas educacionais, reforçam a necessidade de elaboração e a implementação de ações voltadas para a universalização do acesso à escola no âmbito do ensino fundamental, médio e superior, a oferta da educação infantil nas redes públicas de ensino, a estruturação do atendimento às demandas de alfabetização e da modalidade de educação de jovens e adultos, além da construção da gestão democrática da escola.O processo educacional que tem em vista ações inclusivas de forma a propiciar o acesso e permanência no ensino superior, de pessoas com deficiência e, ainda, a inclusão de minorias, é um dos desafios do país. Vários são os avanços, porém muito ainda se tem para caminhar. Neste sentido, historicamente, na Constituição Federal, em seu Artigo 208, Inciso III, entre as atribuições do Estado está a garantia de “(...) atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino (...)”. Também, antes mesmo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Portaria Nº. 1.793/94 recomendaria a introdução de conteúdos/disciplinas que abordassem “aspectos ético-político-educacionais da normalização e integração da pessoa com deficiência. Restringia-se a disciplinas em cursos de licenciatura e a conteúdos em “cursos do grupo de Ciência da Saúde e nos demais cursos superiores, de acordo com as suas especificidades”, porém, já demonstrando preocupações com questões de formação, que propiciassem uma atuação profissional voltada a inclusão.
Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, em seu Artigo 58, Parágrafo 2º, consta: Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013). § 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
Ou seja, a partir de meados do século XX, emerge, em nível mundial, a defesa da concepção de uma sociedade inclusiva. No decorrer desse período histórico, fortalece-se a crítica às práticas de categorização e segregação de estudantes encaminhados
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para ambientes especiais dos modelos de ensino e aprendizagem geradores de exclusão.
Visando enfrentar esse desafio e construir projetos capazes de superar os processos históricos de exclusão, a Conferência Mundial de Educação para Todos, Jomtien/1990, chama a atenção dos países para os altos índices de crianças, adolescentes e jovens sem escolarização, tendo como objetivo promover as transformações nos sistemas de ensino para assegurar o acesso e a permanência de todos na escola.
Os principais referenciais que enfatizam a educação de qualidade para todos, ao constituir a agenda de discussão das políticas educacionais, reforçam a necessidade de elaboração e a implementação de ações voltadas para a universalização do acesso à escola no âmbito do ensino fundamental, médio e superior, a oferta da educação infantil nas redes públicas de ensino, a estruturação do atendimento às demandas de alfabetização e da modalidade de educação de jovens e adultos, além da construção da gestão democrática da escola.O processo educacional que tem em vista ações inclusivas de forma a propiciar o acesso e permanência no ensino superior, de pessoas com deficiência e, ainda, a inclusão de minorias, é um dos desafios do país. Vários são os avanços, porém muito ainda se tem para caminhar. Neste sentido, historicamente, na Constituição Federal, em seu Artigo 208, Inciso III, entre as atribuições do Estado está a garantia de “(...) atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino (...)”. Também, antes mesmo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a Portaria Nº. 1.793/94 recomendaria a introdução de conteúdos/disciplinas que abordassem “aspectos ético-político-educacionais da normalização e integração da pessoa com deficiência. Restringia-se a disciplinas em cursos de licenciatura e a conteúdos em “cursos do grupo de Ciência da Saúde e nos demais cursos superiores, de acordo com as suas especificidades”, porém, já demonstrando preocupações com questões de formação, que propiciassem uma atuação profissional voltada a inclusão.
Na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/1996, em seu Artigo 58, Parágrafo 2º, consta: Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013). § 2º O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
Ou seja, a partir de meados do século XX, emerge, em nível mundial, a defesa da concepção de uma sociedade inclusiva. No decorrer desse período histórico, fortalece-se a crítica às práticas de categorização e segregação de estudantes encaminhados
5
para ambientes especiais dos modelos de ensino e aprendizagem geradores de exclusão.
Visando enfrentar esse desafio e construir projetos capazes de superar os processos históricos de exclusão, a Conferência Mundial de Educação para Todos, Jomtien/1990, chama a atenção dos países para os altos índices de crianças, adolescentes e jovens sem escolarização, tendo como objetivo promover as transformações nos sistemas de ensino para assegurar o acesso e a permanência de todos na escola.
Os principais referenciais que enfatizam a educação de qualidade para todos, ao constituir a agenda de discussão das políticas educacionais, reforçam a necessidade de elaboração e a implementação de ações voltadas para a universalização do acesso à escola no âmbito do ensino fundamental, médio e superior, a oferta da educação infantil nas redes públicas de ensino, a estruturação do atendimento às demandas de alfabetização e da modalidade de educação de jovens e adultos, além da construção da gestão democrática da escola.

 

Coordenador

Prof.ª Dra. Maria Cristina Soares Esteves

 

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Mini currículo

Possui doutorado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2009), mestrado em Educação (Psicologia da Educação) pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001) e graduação em Pedagogia pela Universidade Sao Judas Tadeu (1990). Especialista em Counseling (Formação Humana em Aconselhamento) pela Faculdade Vicentina/FAVI (2015). Especialista em Psicopedagogia, Didática do Ensino Superior, Administração Escolar. Aperfeiçoamento em Counseling - Aconselhamento pelo IATES. Atualmente é professora responsavel da Universidade Sao Judas Tadeu, professora doutora na Faculdade de São Bento - FSB e professora mestre I na Unifai - Instituto Educacional Seminário Paulopolitano. Professora visitante na pós-graduação do IATES e Professora convidada para a formação do noviciado do Mosteiro de São Bento de SP, atuando como counseling. Tem experiência nas áreas de Educação, Psicologia Geral, Psicologia da Educação, com ênfase em Educação e Psicologia, Psicologia e Religião, Formação Humana em Aconselhamento, Comportamento Organizacional, Recursos Humanos atuando principalmente nos seguintes temas: psicologia e educação, psicologia e relações humanas, psicologia e religião, comportamento organizacional, formação humana e aconselhamento.

 

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